Vida longa e saudável aos jovens avós pilateiros

 

No dia 26 de julho comemora-se o Dia dos Avós. Esses senhores e senhoras que têm a alegria de participar do crescimento da família, com mais maturidade, sabedoria, tranquilidade e, no caso dos nossos alunos e avós pilateiros, com muita saúde.

Longevidade com saúde é um dos principais desafios do Brasil, onde a população possui a expectativa de vida de 75,8 anos. Em alguns Estados, como São Paulo, as mulheres já ultrapassam os 80 anos de esperança de vida. Entretanto, ter uma vida longa não significa viver com saúde. Os cuidados em todas as esferas do corpo, da mente e do espírito são bem-vindos na busca pelo equilíbrio saudável em todas as idades e especialmente na melhor idade.

Quanto mais cedo há a consciência de se cultivar uma longevidade saudável, melhor será o envelhecimento. Filhos, pais e avós podem descobrir no Pilates um aliado para uma vida mais equilibrada. Os avós, em especial, têm no Pilates a possibilidade de trabalhar a independência e melhorar o estilo de vida, com os benefícios que o método traz no dia-a-dia, como caminhar, segurar objetos e levantar-se com segurança.

 

“Ser avó pilateira é viver com liberdade de movimentos” (Ana Maria, 69, avó da Nina)

 

Estes são alguns do benefícios da Prática na melhor idade. Nossos alunos e avós pilateiros não só provam que o Pilates lhes garante uma vida mais saudável, como revelam aqui os benefícios que vão além de uma caminhada segura.

“Ser avô pilateiro é muito bom! É ter disposição e cabeça dos meus quarenta anos”, conta Romualdo Tiseo, 62 anos, avô do Tomi e do Beni. O Romualdo pratica Pilates há três anos, duas vezes por semana. Ele buscou no Pilates uma prática mais prazerosa e completa, e achou no método um dispositivo que lhe garante tanta disposição que costuma rolar no chão com os netos brincar de bola, como costumava fazer com os filhos. Além da qualidade de vida, Romualdo uniu o Pilates à fisioterapia e sanou um problema no ombro esquerdo que era de grande incômodo no seu dia-a-dia.

O vovô pilateiro não é o único a se beneficiar do Pilates como uma terapia física. A Vera Ludovice, 58 anos, avó da Luana, também encontrou no método a possibilidade de reencontrar o equilíbrio, após uma cirurgia nos dois joelhos. “O Pilates me devolveu agilidade, força, disposição, equilíbrio. Minha atividade profissional é bastante desgastante e o Pilates me faz recuperar o prumo e as energias”, relata Vera.

 
 Vera e a netinha Luana

Vera e a netinha Luana

 

Veterana no Pilates, Ana Maria, 69 anos, avó da Nina, pratica o método duas vezes por semana há 10 anos. Exercitar-se sempre fez parte da vida da Bióloga e Oceanógrafa Ana Maria, desde os 18 anos. Sempre muito ativa, Ana Maria praticou ginástica feminina, natação e hidroginástica. Mas as dores constantes no trapézio e na lombar, devido ao longo tempo sentada no trabalho, passaram a acompanhar e a afligir os seus dias. “Apenas praticando Pilates tive uma melhora visível na postura e na saúde em geral. A musculatura do meu corpo ficou tonificada, a lombar ficou no lugar e as dores sanaram”, revela Ana Maria.

 
 Ana Maria e a netinha Nina

Ana Maria e a netinha Nina

 
“A melhor coisa do mundo é eu poder brincar com a minha neta.” (Sérgio, 69 anos, avô da Nina)

 

Ana Maria não parou por ai. Ela levou o marido, Sérgio, 69 anos, Professor Universitário, para o Pilates. Depois de uma crise aguda de diabetes e 10 quilos a menos, o vovô da Nina resolveu sucumbir aos incentivos da esposa e aderiu à vida pilateira. “Considero que a prática do Pilates acelerou visivelmente a recuperação da minha condição física. Recuperei o tônus muscular, que estava bastante debilitado, e a possibilidade de acompanhar a cadência da Nina. É um tal de levantar, deitar e ajoelhar. A energia e a flexibilidade de uma criança de três anos é incrível. E a melhor coisa do mundo é eu poder brincar com a minha neta”, conta Sérgio.  

 

“Ser avó pilateira é ter a disposição física dos pais com o tempo que só os avós têm e isso resulta em muito amor.” (Ana Lúcia, 70 anos, avó da Luísa e do João)

 

O Pilates deu mais disposição e melhorou a condição física da vovó Ana Lúcia. “E com isso me permite brincar com meus netos, sentar no chão, brincar de pique, tudo que a criança adora e que os avós se realizam fazendo”, completa Ana Lúcia que, não só pratica o Pilates duas vezes na semana, como inspira os netos. “Vovó foi no ‘piates’”, diz o netinho da Ana Lúcia, enquanto a neta mais velha, Luísa, acompanha a avó ao estúdio, vez ou outra.

Para Raquel, 68 anos, avó do Alan, do Ricardo, do Nathan, da Laura e da Ester, ser avó pilateira é ser alegre e disposta, com corpo e mente jovens. A médica psiquiatra pratica Pilates desde 2007, duas vezes por semana. “Nem sei bem o que é ser avó sem o Pilates. Comecei quando o meu primeiro neto tinha apenas um aninho”, conta Raquel. Ela chegou ao método depois dos sintomas da Osteoporose e das dores nas costas. O resultado de anos de prática foi uma vida sem dores e com flexibilidade. “...melhorei a postura, tenho mais disposição e o corpo funciona melhor”, completa a vovó.

Os benefícios do método, sentidos pelos jovens vovôs, também fazem parte da vida do Albino, 88 anos, da Ida, 79 anos, e da Dulcinéia, 69 anos. O nosso já bisavô Albino, pratica Pilates há seis anos, duas vezes na semana. É um orgulho para a família. “O pilates me deu mais disposição para interagir com os netos e bisnetos”, conta o vovô.

Dulcinéia, avó do Tomi e do Beni, atribui ao Pilates a possibilidade de “brincar, sentar, levantar e até correr. Sou outra pessoa com o Pilates, tanto física como mentalmente. Hoje não tomo mais nenhuma medicação para os males que tinha, antes da prática, como asma e DPOC”, conta Dulcinéia.

 

“Meus netos sentem muito orgulho em ter uma avó pilateira. Eles contam pra todo mundo”, revela a jovem pilateira Ida, nove vezes avó. Ela faz Pilates já há seis anos, duas vezes por semana.  

 

Joseph Pilates, o criador do método, afirmou: “A arte do Pilates prova que a sua idade não é medida em anos, ou como você acha que você se sente, mas sim pela flexibilidade normal da sua coluna ao longo da sua vida”. E o Romualdo, a Vera, a Ana Maria, o Sérgio, a Ana Lúcia, a Raquel, o Albino, a Ida, a Dulcinéa e muitos outros jovens da melhor idade são a prova viva e feliz de que ele estava certo.

Vida longa e saudável a todos os vovôs!

 
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